Direção – Tom Shadyac
Elenco – Robin Williams, Monica Potter, Daniel London, Philip Seymour Hoffman, Bob Gunton, Josef Sommer, Irma P. Hall, Frances Lee McCain, Harve Presnell, Peter Coyote, Michael Jeter, Harold Gould.
Final dos anos sessenta. Após algumas perdas, Hunter “Patch” Adams (Robin Williams) se sente depressivo e decide se internar voluntariamente em um hospital psiquiátrico.
Durante sua rápida estadia no hospital, ele percebe a falta de “humanidade” no atendimento aos pacientes e ao mesmo tempo como eles reagem positivamente ao terem um mínimo de atenção.
Decidido a se tornar médico, Patch entra para a universidade e aos poucos luta para tratar os pacientes com carinho e risadas, fato que desagrada alguns colegas e principalmente o reitor (Bob Gunton).
O verdadeiro dr Patch Adams ainda está vivo, sendo um dos grandes defensores do tratamento humanizado, do tipo em que o médico se preocupa não somente em tratar a doença, mas também mostrar empatia com o paciente.
Pequenos detalhes como chamar o paciente pelo nome, ouvir o que ele tem a dizer e principalmente entender que ali existe uma pessoa que está sofrendo e não apenas uma problema a ser resolvido como se fosse uma máquina em manutenção fazem grande diferença.
Há alguns anos, Patch Adams veio ao Brasil e em uma entrevista citou que o filme é bem diferente do que realmente ocorreu na sua vida. Isso não chega a atrapalhar o longa, que termina passando um exemplo de solidariedade e preocupação com o próximo, valorizado pela sensível interpretação de Robin Williams.

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